Símbolo justo
Memória arrastada
Quiçá em lustro
Da dúvida impune
O Símbolo que nos une
Tornou-se fato
Em multidões e encruzilhadas
Transformando-se em brenhas perfumadas
De jardins parisienses.
Em favelas, espaços e ruas, também prospera
Anunciando a iminência
De uma inevitável primavera.
Contra todo o agouro que nos assola
Diariamente
Para lembrarmos, constantemente
Marielle Franco, presente.
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