segunda-feira, 22 de março de 2021

A placa

A rua fictícia 
Símbolo justo 
Memória arrastada
Quiçá em lustro
Da dúvida impune 

O Símbolo que nos une
Tornou-se fato
Em multidões e encruzilhadas
Transformando-se em brenhas perfumadas
De jardins parisienses. 

Em favelas, espaços e ruas, também prospera
Anunciando a iminência
De uma inevitável primavera. 

Contra todo o agouro que nos assola 
Diariamente
Para lembrarmos,  constantemente
Marielle Franco, presente.

Nenhum comentário:

Postar um comentário